CAPOEIRA

A Capoeira é uma arte que associa esporte e cultura tendo muitos benefícios dos movimentos na Educação Infantil. Auxilia na formação moral, desenvolvendo e ampliando a cognição, despertando a curiosidade infantil, estimulando o controle emocional e a observação.

JUDÔ

O judô tem como objetivo complementar a educação dada pela escola e pela família, ensinando valores como o respeito, a amizade, a humildade e a ética. O judô na escola é trabalhado de forma lúdica e prazerosa, respeitando a individualidade e desenvolvendo a criatividade. Brincando a criança desenvolve as áreas da afetividade, cognição e psicomotricidade.

NATAÇÃO

De forma lúdica e bastante socializadora, a natação busca promover a adaptação ao meio liquido e a independência corporal neste meio, consegue proporcionar um bem-estar e uma interação aos que praticam. A iniciação dos nados é realizada de forma gradual, respeitando a maturação de cada criança.

Nadar é muito divertido e saudável!

PSICOMOTRICIDADE RELACIONAL

A Psicomotricidade Relacional é uma prática que propicia a descoberta dos meios, facilitando o desenvolvimento global do ser.

Através do lúdico a criança consegue revelar naturalmente, o que se passa no seu mundo interior, sem a necessidade de qualquer expressão verbal. Na brincadeira estrutura e simboliza suas aprendizagens.

A Psicomotricidade Relacional estimula positivamente o comportamento social e cognitivo, incentivando o aprendizado, despertando o desejo de aprender, melhorando a produtividade da criança, superando medos, prevenindo dificuldades de expressão motora, verbal ou gráfica, estimulando à criatividade, a atenção, a concentração, a memória, elevando a autoestima, aceitação de limites, aceitação de frustrações, resultando em mais desejo de aprender, pela constante exploração de suas potencialidades. São valorizados os aspectos positivos de sua personalidade, necessários à superação de suas dificuldades, construindo, assim, o caminho rumo à sua autonomia. O método pode ser levado a escolas, creches e clínicas e organizações.

“Eu tenho confiança na criança. Não quero destruir sistematicamente sua estrutura, não quero lhe dar outra. Somente quero ajudá-la a descobrir a sua, aquela que lhe permitirá se desembaraçar ao máximo de dependências e de conflitos neuróticos, de valorizar suas potencialidades, neste difícil equilíbrio entre a afirmação pessoal e o respeito aos outros”.